Estamos vivendo em um mundo cada vez mais digital onde o excesso de informação tira a nossa atenção, nosso foco. Sabendo disso os estrategistas políticos tem indicado que os candidatos assumam um “arquétipo”, como se fosse um personagem. Calma, não há nada de errado nisso pois todos nós temos o(s) nosso(s) arquétipo(s).
Arquétipos são como moldes universais de comportamento, imagens ou ideias que vivem no inconsciente coletivo, um conceito desenvolvido pelo psiquiatra suíço Carl Gustav Jung.
Veja com qual deles você se identifica:
O inocente – Busca a felicidade e a simplicidade.
A pessoa comum – Deseja pertencer e ser aceito.
O herói – Aquele colega que acorda cedo, treina pesado e ainda estuda à noite pra passar num concurso.
O cuidador – A amiga que leva sopa quando você está doente ou o colega que sempre pergunta se você está bem.
O explorador – A pessoa que vive mudando de cidade, testando novos hobbies ou largando tudo pra fazer um mochilão.
O rebelde – Quem questiona tudo no trabalho, propõe mudanças e não aceita “porque sempre foi assim” como resposta.
O amante – Valoriza conexões profundas e a beleza. É aquele que prepara um jantar à luz de velas só porque sim, ou que vive dizendo o quanto ama os amigos.
O criador – A pessoa que vive inventando projetos, desenhando, escrevendo ou criando algo novo.
O bobo – O colega que faz piada até em reunião tensa, quebra o gelo e traz leveza.
O sábio – Aquele que sempre tem um livro na mochila, adora documentários e vive compartilhando reflexões profundas no grupo do WhatsApp.
O mago – A pessoa que transforma ambientes com ideias criativas, inspira mudanças e parece ter uma visão além do óbvio.
O governante – Quem naturalmente assume a liderança, organiza eventos, toma decisões e mantém tudo sob controle.
Veja artigo completo em: https://coletiva.net/colunas/qual-o-seu-arquetipo,457085.jhtml